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HARÉM & POLIGAMIA A palavra Harém deriva do árabe "haram", significando ilegal, protegido ou proibido. Em seu uso secular harém refere-se ao que é separado, parte protegida de uma residência onde mulheres, crianças e empregados vivem no máximo isolamento e privacidade. Harém também refere-se à mulheres e pode aludir à esposa. Finalmente, harém é "Casa da Felicidade" a quase religiosa aceitação dos direitos exclusivos do senhor da casa na procura sexual. Um lugar onde mulheres são separadas e enclausuradas, sacrossantas de todos, menos do homem que governa suas vidas. É um lugar numa rica e nobre casa, guardado por escravos eunucos, onde o senhor da mansão mantém suas esposas e concubinas.
As notícias de haréns vem da época do Império Otomano, durante seus 630 anos de existência. Atualmente na Turquia, apesar de um país muçulmano bem liberal, é proibida a prática dos haréns. Mas os haréns ainda existem, principalmente na Arábia Saudita e nos emirados do Golfo Pérsico.
Poligamia é a prática de ter mais de uma esposa. Em uso comum,
isto significa ter mais do que uma mulher. Segundo o Alcorão, "a mulher é um campo, um tipo de propriedade que o marido utiliza da forma que considerar adequado", permitindo quatro kadins (esposas), se o homem for apto a mantê-las com a mesma qualidade de vida e souber distribuir igualmente seu afeto entre todas. Em árabe a primeira esposa é chamada "hatun" (a grande dama). Se um marido quiser livrar-se de uma de suas esposas ele pode se divorciar dela de forma relativamente simples, basta estar em frente à um juiz (kadi) e dizer "Eu me divorcio dela" três vezes. A mulher não pode solicitar o divórcio, pois não possui esse direito. O Alcorão também permite aos homens possuir quantas odaliscas (escravas) ele desejar. Ter múltiplas esposas é caro, não apenas para manter, mas também porque havia o costume de construir um "dote" para cada esposa. Homens pobres raramente podiam se permitir uma esposa, - apesar de, as vezes, terem duas de qualquer forma - separando-as em sua pobre casa, apenas por uma cortina.
Homens ricos por vezes excediam as quatro permitidas pelo Alcorão e faziam de mostruário suas esposas como um símbolo de "status". De qualquer forma, mostrar demais atraiu os coletores de taxas e outros indesejáveis....
OLHO DE HÓRUS * Olho de Hórus é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. Trata-se de um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas.
O Olho de Hórus e a serpente simbolizavam poder real tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. Os antigos acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma. Este símbolo também, frequentemente é usado e relacionado a Maçonaria.
Hoje em dia, o Olho de Hórus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idéia de trazer proteção, vigor e saúde.
MORADIAS EGÍPCIAS * As moradias do Antigo Egito eram feitas com barro do Nilo, material resistente para a construção de casa. As moradias eram retangulares com um pequeno pátio e escadas, conduzindo a um telhado sustentado por vigas de palmeira.
Os mais ricos tinham em suas casas paredes decoradas e banheiros com cerâmica. |
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Em tempo:
- nos séculos XVI e XVII, o
Império Otomano era um dos Estados mais poderosos do mundo;
- o Império Otomano declinou marcadamente ao longo do século XIX e terminou por ser dissolvido após sua derrota na Primeira Guerra Mundial ao lado da Alemanha, em 1914. - ao final do conflito, o governo
otomano desmoronou e o seu território foi partilhado. O cerne
político-geográfico do império transformou-se na República da Turquia,
após a guerra da independência. |
Voltando ao alfabeto árabe, a sua grande difusão deve-se principalmente ao fato de o Alcorão, o livro sagrado do Islã, estar escrito em alfabeto árabe. Esse alfabeto é escrito da direita para a esquerda, assim como o alfabeto hebraico.
Isso mesmo, o alfabeto árabe se escreve e se lê de trás para frente; as revistas também são lidas de trás para frente.
Apesar de ser conhecido como um alfabeto, na verdade a escrita árabe é um Abjad, ou seja, a construção das palavras não se dá pela formação de sílabas (pela união de duas ou mais letras), mas sim, cada letra pode por si só possuir o som de uma sílaba. Sendo assim, o alfabeto árabe é pobre em vogais, sendo essas representadas somente quando seu som é longo.
Então, saiba que as palavras em árabe são escritas quase sem vogais. Quando faladas você ouve o som das vogais e possibilita a compreensão. Por exemplo, a palavra peixe em árabe é "samak" porém é escrita no alfabeto árabe somente com as letras que correspondem no alfabeto latino a S, M e K sendo escrita então desta maneira “smk”, o que torna impossível ler suas vogais sem conhecer a palavra, a não ser que estejam presentes na escrita símbolos indicadores de vogais.
ANKH - CRUZ DE ANSATA
Conhecido também como símbolo
da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte.
A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.
Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III.
Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o ankh (por sua semelhança com a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.
MESQUITAS
* Uma
mesquita é um local de culto para os seguidores do islã.O objetivo principal da
mesquita é servir como local onde os muçulmanos possam se encontrar para rezar.
Segundo as crenças islâmicas, a primeira mesquita do mundo é a área em torno da Kaaba em Meca, atualmente na Arábia Saudita.
No
Ocidente é freqüente pensar-se nas mesquitas como um templo semelhante às
igrejas cristãs, um edifício dedicado apenas ao culto de Deus. São também locais
onde se pode aprender sobre o islã.
Na realidade a mesquita é a construção mais
complexa do mundo islâmico.
Hoje em dia, a maioria das mesquitas possuem grandes pátios, cúpulas, minaretes (torres altas) e salas de oração que podem assumir formas elaboradas.
No
entanto, as primeiras mesquitas, que surgiram na Península Arábica eram
estruturas muito simples. As mesquitas evoluíram bastante nos séculos que se
seguiram, adquirindo as estruturas que lhes são hoje familiares ao mesmo tempo
que se adaptaram às várias culturas do mundo.
FAROL DE ALEXANDRIA
Considerada
uma das maiores produções da técnica da Antiguidade, o Farol de Alexandria foi
construído em 280 a.C. pelo arquiteto e engenheiro grego Sóscrato de Cnido a
mando de Ptolomeu.
Sobre uma base quadrada erguia-se uma esbelta torre octogonal de mármore com cerca de 130 metros de altura, que por mais de cinco séculos guiou todos os navegantes num raio de 50 quilômetros da antiga capital egípcia. Situava-se na ilha de Faros (origem do termo farol), próxima ao porto de Alexandria, no Egito.
Em seu interior ardia uma chama que, através de espelhos, iluminava a grande distância . A luz refletida chegava a 50 quilômetros, daí a grande fama e imponência daquele farol, que fizeram-no entrar para a lista das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.
Essa obra, feita toda em granito, começou a ruir no Século XIV, em 1303 e 1323 quando terremotos e deslizamentos tragaram boa parte de Alexandria, acabando com o brilho da “Cidade dos Mil Palácios”.
É, talvez, com exceção das pirâmides, a única maravilha que possui alguns vestígios arqueológicos encontrados.
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CAMELOS
- camelos árabes são domesticados há mais de 5.000 anos na região do Oriente Médio;
- durante muito tempo foi considerado um símbolo de status e riqueza;
- apresentam em geral 2 metros de altura e 3 metros de comprimento;
- adaptam-se e toleram as mais elevadas temperaturas como também as mais baixas;
- são herbívoros e alimentam-se das plantas que encontram nos desertos;
- na falta de alimentos, ingerem qualquer coisa que encontram pela frente: cordas, sapatos, tendas...
- possuem uma boca extremamente grossa por dentro, nem mesmo um pedaço de cacto chega a incomodar;
- dromedário é o camelo com uma só corcova (camelus dromedarius) o que conhecemos apenas com o nome de "camelo" apresenta duas corcovas (camelus bactrianus);
- sua corcova chega a pesar 36 kg e contém gordura, não água como muitos pensam;
- quando não encontra nada para comer durante dias, seu organismo consome automaticamente a gordura da corcova – é seu suprimento de energia de emergência;
- a medida que a gordura é utilizada, a corcunda murcha até que a próxima alimentação seja feita em algum oásis, voltando rapidamente a forma normal;
- consegue consumir mais de 100 litros de água em apenas 10 minutos; primeiramente a água vai para o estômago, logo em seguida para os vasos sanguíneos; em apenas 10 minutos mais de 70 litros já nem se encontram mais no estômago;
- em um dia consegue carregar 180 kg de carga por quase 150 quilômetros, sem parar para beber ou comer coisa alguma;
- seu sangue é composto de 94% de água, exatamente como os humanos;
- mesmo
perdendo 40% de água no sangue, o camelo permanece saudável (já num ser humano,
com 5% a menos a visão já fica comprometida – se a perda for de 10% a pessoa
enlouquece – com 12% de perda, o sangue fica tão espesso que o coração não
consegue bombeá-lo mais e pára);
- quando bebe água por 10 minutos, recupera rapidamente os 100 kg perdidos;
- suas patas são largas e se tornam-se mais largas ainda quando caminha; isso facilita sua caminhada nas dunas;
- cada pé tem dois longos dedos revestidos de couro bem grosso;
- caminha aproximadamente a 15 km por hora com carga;
- nas tempestades de areia, suas narinas se fecham porque tem músculos especiais para isso, portanto a areia fica fora, mesmo assim, permite a entrada do ar para os pulmões;
- suas pálpebras descem sobre os olhos como telas, protegendo da areia e do sol, mesmo assim, não lhe prejudicam a visão; se um grão de areia entra nos olhos, automaticamente é removido por um sistema que funciona como um colírio interno;
- a camelo fêmea produz leite rico em gordura; este leite também é utilizado para produzir manteiga e queijo;
- sua pelugem é trocada uma vez ao ano e é usada para produzir tecido e roupas;
- são conhecidos também como “navios do deserto” pela forma como balançam ao caminhar; para pessoas que não estão acostumadas, pode causar um certo enjôo;
- ambas as pernas de um lado movem-se ao mesmo tempo, elevando aquele lado; o movimento “esquerdo, direito, esquerdo, direito” dá à pessoa que está montada a impressão de que está em uma cadeira de balanço mas que se move nas laterais;
- um camelo normal pesa 450 kg;
- existe uma joelheira nas pernas dianteiras que crescem a partir dos 6 meses nos camelos e isso faz com que eles possam se levantar e abaixar com todo seu peso sem prejudicar a articulação;
- sua carne pode ser utilizada numa emergência no deserto;
- é comum no Oriente Médio comer carne de camelos jovens, apesar de sua carne ser menos atraente que a de cordeiro e de boi.
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A BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA
* Alexandria é uma cidade ao norte do Egito, situada a Oeste do delta do rio Nilo, às margens do Mar Mediterrâneo. É o principal porto do país, a principal cidade comercial e a segunda maior cidade do Egito. Tem cerca de 4.4 milhões de habitantes.
Possui vastas instalações portuárias(embarque de algodão). O algodão egípcio é o melhor do mundo.
A cidade ficou conhecida pelo fato de tornar-se, na antiguidade, o centro de todo conhecimento do homem, com a criação da Biblioteca de Alexandria.
A Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas já construídas. Considera-se que tenha sido fundada no início do Século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II.
Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 1.000.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 foi destruída num incêndio acidental (acreditou-se durante toda a Idade Média que tal incêndio houvesse sido causado pelos árabes).

Interior da biblioteca de Alexandria
A instituição da antiga biblioteca de Alexandria tinha como o principal objetivo preservar e divulgar a cultura nacional. Continha livros que foram levados de Atenas. Existia também matemáticos ligados à biblioteca, como por exemplo Euclides de Alexandria. Ela se tornou um grande centro de comércio e fabricação de papiros.
A lista dos grandes pensadores que freqüentaram a biblioteca e o museu de Alexandria inclui nomes de grandes gênios do passado. Importantes obras sobre geometria, trigonometria e astronomia, bem como sobre idiomas, literatura e medicina, são creditados a eruditos de Alexandria. Segundo a tradição, foi ali que 72 eruditos judeus traduziram as Escrituras Hebraicas para o grego, produzindo assim a famosa Septuaginta (nome de uma tradução da Torá para o idioma grego, feita no Século III a.C.).

Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2003 próxima ao sítio da antiga.
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RIO NILO
* O Nilo é um rio do nordeste do continente africano que nasce a sul da linha do equador e deságua no Mar Mediterrâneo.
A
sua bacia ocupa uma área de 3 349 000 km2 abrangendo o Uganda,
Tanzânia, Ruanda, Quênia, República Democrática do Congo, Burundi, Sudão,
Etiópia e Egito. A partir da sua fonte mais remota, no Burundi, o Nilo
apresenta um comprimento de 6695 km.
O Nilo, desde tempos imemoriais, é a base de tudo para as populações ribeirinhas a ele.
Era o Nilo que fornecia a água necessária à sobrevivência e do plantio do Egito. No período das cheias, as águas do rio Nilo transbordam o leito normal, cerca de 20 km, e inundam as margens, depositando aí uma camada riquíssima de húmus, aproveitada com sabedoria pelos egípcios. Tão logo o período de enchente passa, aproveitam ao máximo o solo fértil para o cultivo.
"O Egito é uma dádiva do Nilo" (Heródoto)
É formado pela confluência de três outros rios, o Nilo Branco (Bahr-el-Abiad), o Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) e o rio Atbara. O Nilo Branco é formado principalmente do degelo do Monte Heha, que se torna um curso de água no Burundi com nome de Kagera e deságua no Lago, de onde nasce o Nilo Branco. O Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) nasce no Lago Tana (Etiópia), confluindo com o Nilo Branco em Cartum, capital do Sudão.

Atualmente, o Nilo garante a sobrevivência de um décimo da população africana.
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BEDUÍNOS


DESERTO DO SAHARA
* O Deserto do Sahara é o maior do mundo (área total de 9.065.000 km2). Área fértil (oásis) apenas 200.000 km2. Localiza-se ao Norte da África e está presente em 10 países (Mauritânia, Marrocos, Líbia, Egito, Mali, Níger, Argélia, Tunísia, Sudão e Chade).
A área aproximada do Sahara no Egito é de 914.000 km2.
Apresenta desníveis espetaculares onde 1/4 consiste em montanhas. Alguns trechos situam-se a 134 metros abaixo do nível do mar; outros registram alturas de até 3.300 metros. Em muitas depressões, o solo compõe-se de salinas.
Embora através destas imagens os desertos possam parecer lugares extremamente agradáveis pelo silêncio, solidão, amplitude de visão e paisagens belíssimas, é bom lembrar que suas temperaturas variam de 0º à noite (isso mesmo, muito frio!) até 50º durante o dia (insuportavelmente quente). A temperatura record foi registrada na região da Líbia: 58º.

Por ocupar uma faixa bastante extensa no Norte da África, verifica-se dois tipos de clima na região do Sahara: ao Norte (próximo ao Mar Mediterrâneo) é sub-tropical, e, ao Sul tropical. Apesar de extremamente seco, em algumas regiões do Norte pode ocorrer anualmente pouquíssima chuva.
O comprimento de leste a oeste é de 4.800 km e o de Norte a Sul é de 1.200 km.
Aproximadamente 4 milhões de pessoas vivem nas imediações no Sahara, em sua maioria beduínos. A hospitalidade árabe é conhecida mundialmente; é comum chegar a um povoado beduíno e receber um prato de refeição. Todos compartilham, mas é conveniente conhecer os costumes locais.
O Islamismo foi introduzido no Século VII. O processo de conversão demorou aproximadamente 400 anos para chegar à todos os povos do deserto; algumas vezes de forma branda através de atividades missionárias, outras por total opressão.

Mas nem todos aqueles que habitam os desertos costumam ser tão amistosos assim. Além daqueles que têm intenção de saquear, existem também predadores que saem de suas tocas (entre as pedras), durante a noite à procura de alimento: serpentes, aracnídeos, lagartos e muitos insetos.
A vida animal compreende ainda: gazelas, oryx, gerbils, jerboas, babuínos, hienas, ouriços, chacais, cervídeos, raposas, doninhas.
Isso torna as noites sombrias e de certa forma bastante perigosas.
Também contam aproximadamente 300 espécies de pássaros.
Pouquíssimas possibilidades de água e ausência quase que total de vegetação predominam. Os únicos rios que correm pelo Sahara permanentemente são o Níger e o Nilo.
Os camelos são os escolhidos como meio de transporte desde o Século III quando tomaram o lugar dos cavalos. Podem ficar até 15 dias sem beber água (tomam até 120 litros de água de uma só vez), transportar cargas, oferecer leite e numa necessidade vital, sua carne pode servir como alimento.
Dunas representam apenas 25% do total do Sahara (dunas piramidais podem atingir até 150 metros de altura, enquanto montes de areia alcançam até 350 metros). O restante são montanhas, rochedos, pedras e oásis.
Outros tipos de vegetação incluem concentrações esparsas de gramas, arbustos e árvores nas montanhas, assim como nos oásis e ao longo do leito dos rios. A principal árvore encontrada é a tamareira.
Muitos dos oásis repousam em depressões (abaixo do nível do mar), permitindo assim a existência de reservatórios de água (lençóis subterrâneos); assim a vida acontece próxima a estes poços artesianos.
Veja tudo sobre desertos nesta página.
OÁSIS

ORIENTE MÉDIO - LIGA ÁRABE

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