Os egípcios são considerados
generosos anfitriões e gostam da fartura. Sua alimentação
atualmente caracteriza-se pela utilização de cereais diversos
(trigo, lentilhas, favas, grão de bico, semolina e
principalmente o gergilim, utilizado no popular
"tahine"), carnes (carneiro, cabra, vaca e peixes),
temperos diversos, pouco conhecidos no Ocidente (como a
"snubar", semente extraída do cedro do Líbano; nós
moscada, cominho, páprica), e frutas em abundância (tâmaras,
romãs, damascos, figos e uvas).
A agricultura do país (responsável
por 30% da economia) é rica em arroz, açúcar, tamareiras (árvore
egípcia por excelência), favas (muito utilizadas num prato
chamado "full"), alhos, cebolas e algodão (de
excelente qualidade, como os encontrados nas tumbas faraônicas).
A comida egípcia é marcante e um tanto quanto condimentada, o
que angaria fãs em toda parte do mundo.
Utilizam o pão sírio para
pegar os alimentos dos pratos o que faz reduzir o uso dos
talheres. A comida árabe é inconcebível sem o pão.

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