Localizado ao Nordeste da África,
o Egito tornou-se um país árabe desde a invasão muçulmana no
Séc. VII pelos povos árabes, tidos desde os primórdios da História
como conquistadores e exímios comerciantes.
Quando estudamos História do
Egito, temos que separar o Egito Antigo e o Moderno. Os egípcios
que realmente conservam as tradições do Egito Antigo (chamados
"felláhs"), representam apenas 10% da população e
vivem distantes dos centros urbanos. O restante conserva as tradições
e os costumes comuns ao povo árabe, falando os idiomas árabe e
francês.
O Rio Nilo (segundo do mundo, com
6648 km de extensão), percorre o país de norte a sul e mais nove
países. Representa hoje importante papel para o comércio
do país, assim como na antiguidade, quando era utilizado na
construção de grandes monumentos (pirâmides, templos,
obeliscos).
Suas águas, ao inundarem o solo
que o margeia e posteriormente baixarem, tornam esse solo
extremamente fértil para a agricultura.
A Cidade do Cairo, fundada em
973 d.C., foi provavelmente, no século XV, a maior metrópole de
sua época, pois era enriquecida por uma cadeia de comércio e
cultura que se espalhava da Espanha à China.
Cairo é a cidade dos
contrastes: em suas ruas convive-se com Egito Antigo e Moderno a
cada segundo.
O Egito está dividido em três
importantes regiões, que são:
1.O Vale do Nilo;
2.O Deserto Oriental;
3.O Deserto Ocidental.
Estes desertos cobrem uma área
de 95% do país. O vale do Nilo é uma estreita faixa de terra
natural unindo o Alto ao Baixo Egito.
O Vale do Nilo representa 3,5%
da área total do Egito. A 25 km ao norte do Cairo, o Nilo se
divide em dois braços principais: Roseta e Damieta, que formam o
triângulo chamado "Delta do Nilo". Esta extensão é
considerada como uma das áreas agrícolas mais férteis do
mundo.
Uma das primeiras estradas do
mundo foi construída entre o Nilo e o local da grande pirâmide.


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