A Era Faraônica remonta ao
período de 3000 a.C. a aproximadamente 332 a.C.. Foi no Egito
Antigo que nasceu a arquitetura, onde a medicina converteu-se em
ciência, onde a astronomia conseguiu extraordinário
desenvolvimento e onde a religião foi interpretada, pela
primeira vez, como uma maneira de viver.
O governo da Antigüidade era
exercido pelo faraó, que era adorado como um Deus. Tinha
autoridade máxima religiosa, civil, militar e jurídica.
Menés, do Alto Egito,
conseguiu unificar ambos os reinos (Alto e Baixo Egito) e
estabeleceu a capital em Mênfis, que se encontra a poucos
quilômetros ao Sul do Cairo. Esse foi o primeiro regime
administrativo de governo em todo o mundo.
A construção das pirâmides
deve-se à antiga crença egípcia da preservação do corpo
humano depois da morte para permitir a reencarnação da alma nos
corpos bem conservados.
A mais célebre de todas é a
grande pirâmide de Quéops (136 metros de altura 55000 m2
2,5 milhões de blocos de pedra com 2,5 toneladas cada
um).
As duas menores são Quéfren e
Miquerinos. As três erguidas em Gizah, na Cidade do Cairo.
Existem aproximadamente mais 30 pirâmides no Egito.
Através de estudos e
conhecimentos profundos de astronomia, foi constituído o
calendário solar, o mais perfeito da antiguidade, que dividia o
ano em 12 meses, de 30 dias cada um e 5 dias complementares
dedicados às festividades. Esta é a base de todos os
calendários do Ocidente. Foi concluído há 4242 anos a.C.
A alimentação da antigudade
consistia basicamente em pão e cerveja de cereais, feijão,
rabanetes e pepinos, alho poró, alfaces e queijos; peixes e
carne de carneiro, cabra e gado; vinho de uva e de tâmara.
Não havia açúcar, usava-se o
mel.


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