O povo egípcio é bem
humorado. Possui um sentimento de humanidade arraigado. É
hospitaleiro e muito unido comunitariamente.
Amam a música e a dança.
Possuem habilidades para o
artesanato desde a Antiguidade. Prova disso são os detalhes
esculpidos nos grandes monumentos, os trabalhos em túmulos, bem
como a arte das jóias lá encontradas através dos séculos.
As folhas de papiros, por
exemplo, utilizadas milenarmente, e, atualmente vendidas no mundo
todo como artesanato egípcio, são pintadas à mão, uma a uma
por crianças e jovens. São feitos da planta papiro que é um
caule cortado em filetes. Sobrepostos, horizontal e
verticalmente, formam a folha de papiro.
Os camponeses egípcios ainda
conservam seus trajes originais; os homens ainda se vestem com
suas "galabias" (túnica longa, geralmente branca ou
listrada), acompanhada de turbante na mesma cor, um colete de
cores vivas e como calçado, babuchas de couro; já as mulheres
camponesas utilizam a longa túnica negra e o manto sobre os
cabelos, muito característico.
As egípcias urbanas, há
tempos se vestem de forma européia. O egípcio urbano em geral,
já se veste de forma mais ocidental e mesmo o
"tarbush"(gorro cilíndrico de feltro vermelho com
penacho azul escuro) atualmente não é muito usado.
Um detalhe curioso é que entre
os muçulmanos não é admitido o roubo. Cortam-se as mãos do
praticante. Por isso, é comum ver nas ruas pessoas portando jóias
com muito ouro, bolsas, sem receio de perdê-las. Evidentemente
existem exceções, mas são raras.
Outra curiosidade é para se
chamar um táxi; grita-se em alto e bom som o nome do bairro para
onde se quer ir. Se o motorista achar conveniente ele para,
deixando ao critério do passageiro o valor da corrida. Pode
ocorrer uma pechincha de ambos.

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