O Poder da Mídia em Nosso País...
(do carro-chefe, ao comboio todo)

" Você vai rir muito quando ler o artigo abaixo, mas vai ficar de boca aberta ao final.

Quando ouvimos falar que a mídia representa "o Quarto Poder" em uma nação, é preciso avaliar como isso é verdade e o quanto estamos sujeitos a ela e a todas as suas variáveis. Veja, por exemplo, as notícias e o direcionamento do comportamento dos brasileiros: tudo isso está regido pela Rede Globo, de forma direta (através de tudo o que ela produz), e pelas demais emissoras, rádio, revistas e jornais, de forma indireta, que acompanham e reforçam a informação iniciada no canal regente. Subliminarmente, através das novelas, dos programas, da música que vai ao ar, edifica-se, quase que instantaneamente, a determinação do que será consumido em larga escala em nosso país.

O volume financeiro que esse grande império catalisa é incalculável. O volume social idem: milhões de pessoas assistem a algo na TV e, no dia seguinte, saem para viver a fantasia do que assistiram. Aderem à moda, ao vocabulário, à identificação, projetam os personagens e, principalmente, COMPRAM.

Outros canais da mídia menos potentes, mas também atuantes, caminham junto, como um comboio, amplificando esse efeito da Globo e ampliando ainda mais a fogueira de consumo. O "O Quarto Poder" deveria ser chamado "O Primeiro", pois atua no inconsciente de toda uma nação. Levanta e derruba instituições. Enaltece ou confina à clandestinidade quem ela desejar."
Jorge Sabongi



Antigamente, quando assistia aos programas de televisão, acreditava em 100% de tudo o que via. Tudo parecia tão mágico: pessoas bonitas, roupas sempre limpas e novas, cores deslumbrantes, movimentos perfeitos, cenas de sonhos, sem imperfeições. Os artistas tinham uma aura de semideuses.

Na verdade, tudo o que vemos é preparado!

As pessoas são todas maquiadas antes de entrar em cena. O figurino é escolhido, visando combinar cores e ambientes. As cenas são repetidas diversas vezes e, por fim, editadas, montando cada movimento, de forma a parecer sem falhas. As cenas são de um mundo irreal em nosso país, tanto financeiro como na ostentação (visam apenas projeção e identificação); e os artistas não são semideuses, mas sim "eleitos momentâneos". Seu destino a longo prazo, em 90% dos casos, é o anonimato.

Atualmente, após anos de observação e leitura específica, ficou fácil perceber, nitidamente, cada passo dado em algum programa televisivo e o motivo pelo qual ele foi colocado ali. Nem se preocupam em disfarçar mais. E vocês não tenham dúvidas: é tudo preparado sim, principalmente para o seu consumo!

Veja o Big Brother, por exemplo: o que tem a ver um CD das músicas do BBB para ser vendido? No entanto, ele é lançado e vendido, com propaganda diária. É bom deixar claro que propaganda de um CD na Rede Globo, em programas de grande audiência, representam, para as gravadoras, mais ou menos 250.000 cópias de vendas no dia seguinte, nas lojas de discos de todo o país, que, por força da moda e para não perderem seus clientes, acabam disputando a compra. Parece um bom negócio? As gravadoras também acham, por isso colocam um conjunto fraquíssimo (aos olhos de todos) como se fosse a sensação do momento, evidentemente pagando para um Domingão do Faustão, por exemplo, uma quantia generosa para o CD deles ser mostrado na TV e para cantarem, durante 3 ou 4 minutos, no programa. Fazem isso no Gugu também, no mesmo final de semana, e pronto... as vendas na 2a. feira disparam! As pessoas acreditam no que vêem. Ninguém quer ficar por fora da moda. Nem se questionam se estão sendo arrastadas na correnteza. Você não consome música que gosta, mas sim música que lhe forçam a ouvir.

O terrível é que isso acontece com praticamente TUDO na TV. Dos programas de elite aos mais populares. CDs, livros, eventos e marcas. A divulgação custa. É o tradicional "jabá". Acontece nas rádios, para tocarem uma determinada música, 50 vezes por dia, como sendo "o último sucesso" ou "solicitação de nossos ouvintes". Evidente que tudo é pago. O "velho guerreiro", Chacrinha, para quem se lembra, fazia uma alusão a isso, e também uma gozação. Toda vez que um cantor vinha em seu programa divulgar um novo disco, com o qual ele não concordava, gritava: "Vocês querem jabááááá´....?" E jogava pedaços de carne seca para o público que se acotovelava para pegá-los. Aí vinha o cantor, enviado pela gravadora, para cantar (com play-back, é claro! - eles só faziam a mímica com os lábios e seguravam o microfone) e o "velho guerreiro" mostrava o disco do sujeito para as câmeras. Era hilário!

Ele era um dos únicos da TV brasileira a falar, aberta e declaradamente, nas entrevistas e em seu programa, desse tabu.

E a era dos pagodeiros, então? Todos fazendo mímica, fingindo que estavam cantando e dançando, todos juntinhos, harmonizados. Que degradação! Caíram as vendas de CDs de pagode e as gravadoras perceberam que o filão estava esgotado. Pararam, então, de investir! Coincidentemente, sumiram os pagodeiros.
Não sei se você chegou a perceber que até nos programas infantis, tinham pagodeiros lançando seus CDs. E as crianças ao fundo, coitadas, nem entendiam o que estava se passando. Ficavam olhando umas para as outras, esperando "mudar a brincadeira".

Conjuntos nacionais, cujos músicos entram em cena para lançarem um CD, quando tocam a música, você percebe que as guitarras não estão ligadas nos amplificadores, e a bateria é apenas uma caixinha e um prato, para o baterista tocar em pé. E eles estão só fazendo gestos com a boca. Tudo enganação. Minutos pagos pelas gravadoras para venderem mais CD no dia seguinte.

E isso acontece nos shows de Natal, nos shows de final de ano, sem contar os sambas-enredo martelados três meses antes do Carnaval, todos os dias, em video-clips, com escolas de samba montadas, cheias de efeitos especiais, para parecer que estão na avenida. Some quantos componentes existem em todas as escolas de samba do Rio e SP, e você terá uma idéia de quantos CDs podem ser vendidos.

Os programas de auditório, para fazer jus a todo o glamour de vendas, têm, na primeira e segunda filas, modelos contratadas por um cachê, exclusivamente para mostrarem seu sorriso bonito e baterem palmas, enquanto o programa estiver no ar e as câmeras percorrerem a platéia. Mais atrás, fica o público simples que aguarda em longas filas, durante a manhã, nas entradas das emissoras, antes de serem escolhidos para entrar. Então, num panorama geral, fica todo mundo bonito e um visual rico.

Não se pode negar que as novelas contam, nas últimas décadas, a história do comportamento e cotidiano brasileiro. Também não se pode negar que elas "empurram nossa cultura agressivamente", nos detalhes das cenas que vão ao ar diariamente. Evidentemente, elas criam a moda: inserem jargões, manias novas, roupas em lançamento, idéias polêmicas como se fossem normais, em todas as casas de brasileiros, até que acabamos achando tudo, absolutamente, muito normal. O Fulano que é casado com a Ciclana, e que sai com a Beltrana, que por sua vez ama o mais pobre da novela, que é sempre injustiçado até o último capítulo, quando, num passe de mágica, todos ficam simpáticos se abraçam e vivem felizes para sempre. Você pode dizer: "mas isso é só um entretenimento e é irreal!" Sim, mas a longo prazo, em sua mente, parecerá real. Você assimilará de tal forma, que parecerá que você "precisa" daquilo que é mostrado de forma irreal nas novelas para ser feliz, mesmo sabendo que isto é pura fantasia. Dizem que a paixão existe enquanto existe a fantasia; quando a fantasia acaba, a paixão perde a razão de existir.

E, é claro, tem os CDs da trilha sonora (nacional e internacional), o merchandising através das imagens subliminares (ou não tão subliminares assim). Três segundos que um rótulo de cerveja fica visível numa novela, já impulsiona o consumo em todos os que, imediatamente, batem os olhos na marca. Milhões de pessoas assistindo e, no dia seguinte ou quase que imediatamente, todo mundo consumindo cerveja. Virando moda. Despertando o desejo (quando você assistir a uma cena em que o rótulo está virado ao contrário, sem a marca aparente, é porque não quiseram pagar pela publicidade, mas, naquele caso, era necessária a garrafa ali, por exemplo, num diálogo de uma mesinha de praia).

O que mais revolta, entretanto, é a questão do "manter-se alheio", o descaso, a opinião tendenciosa que dirige, em larga escala, o pensamento e a conduta dos expectadores. O mundo pode estar desabando, mas a novela continua passando. Um fato importante pode estar acontecendo, que envolve o mundo, mas o programa infantil e seus patrocinadores não são tirados do ar em detrimento da notícia, salvo numa "edição extraordinária" de 30 segundos.

Evidente que um acontecimento importante do outro lado do mundo não traz respaldo financeiro e não paga as contas da empresa. Mas o compromisso não é com os telespectadores? São eles quem garante a audiência e a compra dos produtos dos patrocinadores dos programas, mas são relegados a segundo plano. Primeiro o interesse financeiro.

O futebol só começa no estádio depois da novela do horário nobre. Os desfiles das escolas de samba, no Carnaval, depois do BBB. Nada interrompe o curso normal da programação, que tem toda uma gama financeira já engendrada para acontecer. E, é claro, tem espaço para todos, inclusive para os patrocinadores do futebol ("Oferecimento... Tal, o banco que é sua casa!...”e outros num total de 5 de cada vez), que negociam verdadeiros contratos milionários, por frases de efeito e a marca aparecendo na tela por 5 segundos, nos grandes eventos.

O jornalismo é editado ao máximo. Notícias que necessitariam de mais informações são oferecidas em menos de 15 segundos. Nada profundo, tudo superficial, somente com frases de efeito. Tudo isso em nome dos comerciais que vão passar nos intervalos, que são os mais caros da mídia (horário nobre - milhões de pessoas assistindo).

Repare como os repórteres falam todos do mesmo jeito, têm sempre a mesma empostação de voz. Ninguém se sobressai. Não se dá oportunidade ao talento humano de fazer uma boa reportagem. Impessoalidade é a palavra de ordem. Até no Globo Repórter o âncora fala com a mesma empostação.

E os outros canais de mídia vão como um comboio, atrás de tudo o que a "matriz" personifica. É o cúmulo programas femininos comentando, em outros canais, os personagens e as situações vividas por estes nas novelas da Rede Globo, exibidas no dia anterior (tudo como forma de "pegar carona" na audiência). Tiram a possibilidade de características inovadoras para si mesmos. São cópias mal feitas e um produto vendável naquele momento. Não arriscam algo mais inteligente nem se aventuram em algo que possa cativar seu público.

Falando em programas femininos, tem muita coisa interessante para comentar. Mulheres são o principal alvo do consumo (depois das crianças, em programas infantis). Vemos dezenas deles recheados dos patéticos fofoqueiros de plantão e, o mais engraçado, muito merchandising. Então, por exemplo, a Ana Maria está entrevistando alguém e é avisada pelo "ponto" (fone conectado ao ouvido dela) que o Ibope subiu, levanta-se e vai para um painel, previamente preparado, para anunciar a venda de um produto, e que ela garante: "ela usa na casa dela". Pronto... já vendeu milhões pelo Brasil. Volta ao entrevistado e fala: "Queria agradecer a sua participação..." (em outras palavras... "pode sair por lá, já vendemos o nosso peixe e deixamos todo mundo esperando você falar mais alguma coisa enquanto isso, mas não vai falar mais nada, não!"). Todos os grandes apresentadores têm participação nesse merchandising. Ganham uma porcentagem. Eles sabem o quanto é ridículo anunciar uma "máquina de fazer coxinhas" ou "um produto que garante emagrecimento e que tira estrias ou celulite", mas existe um ganho embutido aí.

As revistas vão no mesmo sentido. Qual é o assunto da vez? A dupla caipira "tal", que foi ao programa do Faustão e do Gugu, e, suspeita-se, tem um filho com uma fã "x". É filho ou não é? DNA neles! "Vamos vender revistas!" Saiu na Globo vira notícia para toda a mídia. Representa um novo filão financeiro.

E os artistas que vão para a Ilha de Caras fazer poses para as fotos das revistas, mostrando um mundo irreal de sonhos que, na maioria dos casos, não faz parte da vida deles? Aquelas comidas, maravilhosamente fotografadas e apetitosas? Não é a realidade da grande maioria que está ali. Muitos são "a bola da vez". Tem que aparecer de alguma forma, caso contrário serão esquecidos e irão para a clandestinidade. Mas tudo bem... a revista oferece, gratuitamente, a coleção dos CDs tais, para quem fizer uma assinatura anual.

Instituiu-se, nos últimos anos, a cultura do inútil e da porcaria. Programas que favorecem o emburrecimento vão ao ar em larga escala, em todos os canais, questionando a inteligência e o bom senso dos brasileiros, todos os dias. Isso vende, dá audiência.

O Ibope não mede o Brasil inteiro na audiência, mas sim uma amostragem de 6.000 famílias, que têm um aparelho (chamado "peoplemeters") conectado às suas TVs. Espalhados por aproximadamente 3.500 domicílios
(na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro, Grande Porto Alegre, Grande Belo Horizonte, Salvador, Recife, Curitiba, Fortaleza, Florianópolis e Distrito Federal); estas famílias determinam tudo o que assistimos, pois o que elas decidem assistir conta como pontos de audiência e repercute no volume financeiro das empresas, que querem investir em publicidade em tais programas, no dia seguinte e nos meses subseqüentes também. Se você assiste ou desliga sua TV como protesto, não faz a menor diferença no Ibope. Você não tem o aparelho de medição na sua casa. Não adianta nada. E todos os brasileiros respondem por isso.

Quem está dando audiência, está eleito. Quem não, ex-grupo. Se alguém ameaça a audiência, como foi o caso de diversos apresentadores de programas em vários canais, em um determinado momento, são todos contratados e, ligeiramente, "colocados na sombra", até que nos esqueçamos deles. Quando são talentos natos, é melhor arrumar um programa para ocupá-los, antes que comecem, de novo, a dar trabalho: como Jô Soares, Serginho Groisman, Babi (que eram do SBT), Luciano Huck (da Band), Ana Maria Braga (da Record), e por aí caminhamos. Há mais ou menos 20 anos, o eleito foi Fausto Silva, que fazia o Perdidos na Noite na Band. Foi puxado para fazer o Domingão até hoje.

Quem não consegue observar por diversos ângulos, realmente pensa que está em dia com a notícia ou com a realidade nacional, quando, na verdade, está sendo levado pela correnteza do inconsciente coletivo. Será apenas mais uma peça articulada para o consumo, engolindo, sem perceber, uma programação inócua a princípio, mas nefasta a longo prazo.

Não vou mencionar aqui o âmbito político, que estenderia este artigo a páginas e páginas. Deixo apenas uma palavra para você se lembrar, quando assistir a um noticiário político: "interesses". Pense neles, antes de tirar suas conclusões do que lhe é apresentado. Só uma pequena lembrança: na época do "impeachment do Collor", a minissérie do momento era "Anos Rebeldes". Qualquer semelhança com os "caras pintadas" é mera coincidência.

Quando assistir a sua TV, procure observar de uma forma analítica, não como uma gratificação instantânea. Procure perceber o que vem por trás de TUDO o que é apresentado. Basta observar! Um Vídeo-Show que promove as novelas e seus globais, à tarde, para as mulheres. Um Globo Esporte que pega você no domingo de manhã, o seu horário nobre em casa, e não deixa você ficar com a família. Um BBB de mesmices, preparado para vender erotismo e, conseqüentemente, mais Playboys e fantasias (lembre-se que as fantasias seguram a audiência!). Um locutor de futebol, que dirige a cabeça dos torcedores com suas frases e jargões de efeito, antes de colocar um "Globo e você...oferecimento ... Marca Tal, que dá folga para seus pés". As possibilidades são imensas, basta parar e olhar!

Nossa inteligência é visivelmente menosprezada. Um imenso circo interativo para consumo.

Não se deixe levar pela correnteza, como as massas!

 Jorge Sabongi - Fevereiro/2004

Nota: existe um filme bastante interessante, estrelado por Kirk Douglas (em preto e branco, de 1951) que chama-se "A Montanha dos Sete Abutres" (The Big Carnival).  Nele, um sujeito fica preso numa mina na montanha após um desabamento.  Um repórter poderia ajudá-lo à sair facilmente.  Mas isso não trás retorno financeiro e notoriedade.  Então, ele dá um jeito do sujeito ficar preso mais dias, dificultando sua remoção, a ponto de chamar toda a mídia e cobrar pela publicidade deste furo de reportagem.  Comove o país e vende muitos produtos.  Um filme que vai mudar sua visão com a mídia.

Outro filme interessante, é "O Show de Truman - O Show da Vida" com Jim Carrey, onde um sujeito vive confinado em uma cidade, feita para ele, com milhares de câmeras (um tipo de Big Brother), e serve como meio de vender milhares de produtos, via merchandising, por este programa campeão de audiência mundial.  Críticas sensacionais.

Uma literatura adequada para entender bem este tema, sugiro o seguinte:

Propaganda e Marketing, Psicologia do Consumidor, Mídia

Televisão Subliminar Joan Ferrés espetacular abordagem do mundo televisivo e seus bastidores; o efeito da propaganda e dos programas; acredito que é um dos melhores no assunto.
País da TV Gonçalo Junior entrevistas interessantes por pessoas que fazem a TV em nosso país nas últimas cinco décadas; para entender como funciona o Ibope, as dublagens, os programas que mexem com o público e a raiz de tudo
A Criação de Mitos na Publicidade Sal Randazzo excelente informação sobre a criação de simbolismos para eleger marcas de sucesso
A Era da Manipulação Wilson Bryan Key como a mídia seduz e manipula sua mente - na publicidade, na imprensa, nos negócios e na política - e como você pode se proteger
A Linguagem da Propaganda Vestergaard/Schroder como a propaganda opera de forma sutil fazendo-nos adotar determinado modo de vida ou incorporando determinados padrões de necessidade.
Televisão e Educação Joan Ferrés Simplesmente espetacular.  Um calhamaço de informações do mundo da TV e a forma como isso age no dia-a-dia das pessoas.
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